Este tópico contém 159 respostas, possui 14 vozes e foi atualizado pela última vez por  Adriano_Neves 2 anos atrás.

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WTTC 2017


  • Nakata
    Moderador
    Nakata

    Semifinais amanhã
    Ma Long vs Xu Xin
    Lee Sangsu vs Fan Zhendong

    Problema é o horário maluco.
    Semifinal do Ma Long às 5h da manhã e a outra semi às 6h.
    Logo depois às 9h30 já é a final.


    Davi Santiago
    Participante
    Davi Santiago

    Semifinais foram dois vareios com direito a Fan Zhendong deitando e rolando (literalmente) com direito a 11×1 com ponto de misericórdia e o Ma Long mostrando porque é o número 1 do mundo há tanto tempo…

    Ma Long 4×0 Xu Xin
    Fan Zhendong 4×0 Lee Sangsu

    E veio a final esperada por todos, 9h30 da manhã…

    Essa final me lembra muito a de 1999, dois jogadores de empunhaduras iguais, um com sua idade mais na média, campeão de tudo (Liu Guoliang), e o outro um jovem de 20 anos que viria a ganhar tudo um dia (Ma Lin)… e provavelmente um dia o Ma Long também será técnico do Fan Zhendong assim como o Liu Guoliang do Ma Lin..


    Adriano_Neves
    Moderador
    Adriano_Neves

    Semifinais amanhã
    Ma Long vs Xu Xin
    Lee Sangsu vs Fan Zhendong

    Problema é o horário maluco.
    Semifinal do Ma Long às 5h da manhã e a outra semi às 6h.
    Logo depois às 9h30 já é a final.[/quote]

    Quem fez uns horarios desse só pode ter ***** na cabeça! 🙁

    Enquanto isso, round 128, round 64, round 32, oitavas e quartas foi quase 1 fase dessas por dia, salvo engano, apenas o round 32 e round 64 aconteceram no mesmo dia. 🙁


    Adriano_Neves
    Moderador
    Adriano_Neves

    Semifinais foram dois vareios com direito a Fan Zhendong deitando e rolando (literalmente) com direito a 11×1 com ponto de misericórdia e o Ma Long mostrando porque é o número 1 do mundo há tanto tempo…

    Ma Long 4×0 Xu Xin
    Fan Zhendong 4×0 Lee Sangsu

    E veio a final esperada por todos, 9h30 da manhã…

    Essa final me lembra muito a de 1999, dois jogadores de empunhaduras iguais, um com sua idade mais na média, campeão de tudo (Liu Guoliang), e o outro um jovem de 20 anos que viria a ganhar tudo um dia (Ma Lin)… e provavelmente um dia o Ma Long também será técnico do Fan Zhendong assim como o Liu Guoliang do Ma Lin..

    O que importa é que a gente nunca viu antes na vida uma final entre 2 chineses !!! 😛 😛 😛


    Yuri Gimenes Saldom
    Participante
    Yuri Gimenes Saldom

    E ele conseguiu!

    Ma Long bicampeão mundial!!!

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    Adriano_Neves
    Moderador
    Adriano_Neves

    4×3 pra Ma Long !!!

    A final mais dura que já vi entre chineses q eu me lembre.

    FZD começou arrasador no 1o. set, depois o ML foi “chegando”, equilibrando o jogo, mas perdeu o set. 1×0 FZD

    A partir do 2o. set, o ML começou a dominar totalmente o jogo e foi assim até o final do 4o. set. 3×1 ML

    Depois disso, o FZD começou a jogar muito bem e equilibrou o jogo de novo, conseguindo empatar! 3×3

    O último set foi um verdadeiro “troca/troca” de domínio do jogo. FZD chegou a fazer 9-7 e ter o saque, ai eu pensei: “Agora acabou pro ML!!!”
    Q nada!!! O Ma Long foi lá e fez os 2 pontos no saque do FZD e depois mais um ponto no saque dele.

    Ai eu pensei de novo: “agora já era pro FZD”.
    Q nada ! Ele meteu um drive a 78km/h, o mais rapido mostrado nas estatisticas do jogo, com match point contra e empatou.

    Ai eu pensei: “Agora o FZD ganhou moral e vira !”

    Q nada ! o Ma Long foi lá e fez mais 2 pontos e fechou no 12-10 com um linda bola de forehand na paralela do FZD !!! :ohmy: :ohmy: :ohmy:


    Davi Santiago
    Participante
    Davi Santiago

    4×3 pra Ma Long !!!

    A final mais dura que já vi entre chineses q eu me lembre.

    FZD começou arrasador no 1o. set, depois o ML foi “chegando”, equilibrando o jogo, mas perdeu o set. 1×0 FZD

    A partir do 2o. set, o ML começou a dominar totalmente o jogo e foi assim até o final do 4o. set. 3×1 ML

    Depois disso, o FZD começou a jogar muito bem e equilibrou o jogo de novo, conseguindo empatar! 3×3

    O último set foi um verdadeiro “troca/troca” de domínio do jogo. FZD chegou a fazer 9-7 e ter o saque, ai eu pensei: “Agora acabou pro ML!!!”
    Q nada!!! O Ma Long foi lá e fez os 2 pontos no saque do FZD e depois mais um ponto no saque dele.

    Ai eu pensei de novo: “agora já era pro FZD”.
    Q nada ! Ele meteu um drive a 78km/h, o mais rapido mostrado nas estatisticas do jogo, com match point contra e empatou.

    Ai eu pensei: “Agora o FZD ganhou moral e vira !”

    Q nada ! o Ma Long foi lá e fez mais 2 pontos e fechou no 12-10 com um linda bola de forehand na paralela do FZD !!! :ohmy: :ohmy: :ohmy:

    Teve Ma Lin e Liu Guoliang, foi 3 a 2 em sets e 24 a 22 pro Liu

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    Tiago Brizola
    Participante
    Tiago Brizola

    Que bela final!

    Realmente FZD e ML estão um degrau acima do XX e do FZD outros atletas da seleção chinesa e muitos degraus acima do restante do top 10.
    A velocidade do jogo dos dois foi absurda, mas mais do que isso, as mudanças de estratégia durante os sets, as variações. ML é um gênio do tênis de mesa. Adapta seu jogo muito rápido às necessidades da partida e joga de forma muito criatividade..
    Interessante perceber que em vários momentos do jogo o ML obteve vantagem nas trocas de BH, que são especialidade do FZD e também que o FZD começou sua recuperação após o 3×1 fazendo uso do pivô rápido na paralela, especialidade do ML.


    Adriano_Neves
    Moderador
    Adriano_Neves

    4×3 pra Ma Long !!!

    A final mais dura que já vi entre chineses q eu me lembre.

    FZD começou arrasador no 1o. set, depois o ML foi “chegando”, equilibrando o jogo, mas perdeu o set. 1×0 FZD

    A partir do 2o. set, o ML começou a dominar totalmente o jogo e foi assim até o final do 4o. set. 3×1 ML

    Depois disso, o FZD começou a jogar muito bem e equilibrou o jogo de novo, conseguindo empatar! 3×3

    O último set foi um verdadeiro “troca/troca” de domínio do jogo. FZD chegou a fazer 9-7 e ter o saque, ai eu pensei: “Agora acabou pro ML!!!”
    Q nada!!! O Ma Long foi lá e fez os 2 pontos no saque do FZD e depois mais um ponto no saque dele.

    Ai eu pensei de novo: “agora já era pro FZD”.
    Q nada ! Ele meteu um drive a 78km/h, o mais rapido mostrado nas estatisticas do jogo, com match point contra e empatou.

    Ai eu pensei: “Agora o FZD ganhou moral e vira !”

    Q nada ! o Ma Long foi lá e fez mais 2 pontos e fechou no 12-10 com um linda bola de forehand na paralela do FZD !!! :ohmy: :ohmy: :ohmy:

    Teve Ma Lin e Liu Guoliang, foi 3 a 2 em sets e 24 a 22 pro Liu

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    Não era a toa que eu nao me lembrava mais, nessa epoca, eu ainda nao jogava tenis de mesa e vi apenas em video esse jogo, mas acho que nem completamente.


    Adriano_Neves
    Moderador
    Adriano_Neves

    A coisa que achei mais interessante nesse Mundial foi que na transmissão da TV, não vi nenhum jogo pelo canal da ITTv por completo, foi a utilização de estatísticas que são tão comuns em outros esportes, principalmente no Tênis, primo rico do TM.

    E uma estatística interessante que foi mostrada durante a final foi onde aconteciam os saques do FZD: eram todos curtos na paralela ou no centro da mesa, ele nao dava nenhum curto na diagonal ou longo em qualquer parte da mesa. Pense em um medo de levar um drive do ML, durante seu saque ! 😛 😛 😛


    Davi Santiago
    Participante
    Davi Santiago

    A coisa que achei mais interessante nesse Mundial foi que na transmissão da TV, não vi nenhum jogo pelo canal da ITTv por completo, foi a utilização de estatísticas que são tão comuns em outros esportes, principalmente no Tênis, primo rico do TM.

    E uma estatística interessante que foi mostrada durante a final foi onde aconteciam os saques do FZD: eram todos curtos na paralela ou no centro da mesa, ele nao dava nenhum curto na diagonal ou longo em qualquer parte da mesa. Pense em um medo de levar um drive do ML, durante seu saque ! 😛 😛 😛

    O Fan Zhendong saca com um reverse pendulum na paralela porque assim, a bola tende a voltar no backhand dele, que é o ponto forte… (mesmo motivo dos saques reversos de Zhang Jike e Dimitrij Ovtcharov)

    Além de sacar no forehand do Ma Long pra não poder dar o flick.

    O que eu achei mais engraçado foram os inúmeros saques longos com topspin no backhand… o Lee Sangsu e o Ma Long fizeram bastante isso mesmo, Zhang Jike e Fan Zhendong sofreram nessa tacada de mestre…

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    Alcir Zardetto Franzol

    Infelizmente, o Cazuo nao jogou bem. O Drinkhall ainda teve ajuda da arbitragem pra garantir a vitoria. 🙁
    4×2 pro Drinkhall q agora vai encher a cara de Coca-Cola! 😛 😛 😛

    Nao entendi o motivo do Vitor Ishiy estar sendo o tecnico do Cazuo. Em um mundial ?! Nao era pra ser o tecnico da selecao ?

    Só para ser justo, não era o único jogo de brasileiro acontecendo ao mesmo tempo. Foi muito comum os rapazes se ajudarem (e o Cazuo esteve como técnico em todos os jogos do Vitor), uma vez que sempre havia mais de um jogando ao mesmo tempo. O “técnico da seleção” tb estava ocupado.

    Abraços!!!

    Alcir Zardetto Franzol

    Clube: Bunka São Bernardo do Campo

    Material: Tibhar Evolution MX-S (FH) / Tibhar Evolution FX-P (BH) / Butterfly Petr Korbel FL

    Alcir Zardetto Franzol

    Quase uma semana depois… hahahhahhahahah.

    Depois de muitos planos e esforços, pude acompanhar meu segundo mundial ao vivo, e obviamente foi uma ótima experiência. Ao mesmo tempo, acompanhar o mesmo evento num espaço de 4 anos (estive em Paris em 2013) dá uma visão interessante do que mudou. Acima de tudo, de lá para cá, houve uma reestruturação razoavelmente radical do evento. O torneio ficou menor, sendo que antes cada associação tinha 5 vagas mínimas e agora tem 3, e consequentemente “a peneira afinou” tb. Nesse meio tempo tb houveram praticamente duas mudanças de bola e muito aconteceu no cenário, que no final é o que conta para a evolução e transformação do esporte. O mais nítido de lá para cá é que o nível aumentou muito, em todos os lugares. Todos se conhecem, e se respeitam profissionalmente, pq estão todos envolvidos em centros de treinamento, ligas fortes, etc. O mundo do tênis de mesa tem cada vez menos desconhecidos. Era impressionante ver atletas de países pouquíssimo conhecidos (nem apenas no tênis de mesa, mas geograficamente falando mesmo) jogando muita bola. Tendo a oportunidade de ver além das mesas cobertas pela TV, isso foi o que me deixou mais contente: me dar conta de que o esporte está chegando a todos os lugares do mundo com seriedade, mais do que apenas inclusão, que no fim das contas, por si só, não serve de muita coisa.

    Consequentemente e ainda mais importante foi o aumento de competitividade tb nos níveis mais altos, o que é tão difícil considerando a soberania chinesa. Mesmo quando não houve surpresa ou “zebra” (não que eu goste muito do conceito), pelo menos todo mundo deu mais trabalho para todo mundo, INCLUINDO os chineses. Tomas Polansky fez um jogaço contra o Xu Xin e de fato o ameaçou, o mesmo valendo para o Anton Kallberg contra o Ma Long. No feminino, a TV não mostrou, mas a Mu Zi (perdeu uma semifinal incrível em 2015 por 4×3 para a Ding Ning) tb foi enfrentada testa a testa com a sueca Jenifer Jonsson nas rodadas preliminares. Em 2013, os projetos de desenvolvimento das associações já vinham mostrando resultado, mas até por um possível estado de maturidade ainda menor, os favoritos passavam com muito mais facilidade, o que mudou muito dessa vez. Dá um trabalho danado construir algo sólido no esporte de alto rendimento e fico contente que tenha cada vez mais gente colhendo frutos disso.

    Quanto ao Brasil, o Mundial já começou histórico para nós, sendo que conseguimos o direito de levar a cota máxima por associação no masculino (5 atletas), e no feminino, com 2 de 3 atletas já na chave principal. Todos que jogaram o qualify (Vitor Ishiy, Eric Jouti e Bruna Takahashi) se classificaram sem grandes dificuldades em seus grupos, e isso por si só já é ótimo, mostrando que já subimos muitos degraus. Em se classificando apenas o primeiro colocado, qualquer escorregão praticamente acabaria com o sonho, e muitas vezes já ficamos no caminho, mas não dessa vez. Na sequência eles acabaram eliminados por ótimos atletas, mas se nos grupos já não é fácil, nas primeiras rodadas é que não seria mesmo. Na chave principal, as meninas pegaram grandes atletas logo de cara (o que era esperado de alguma forma), e ainda quase conseguimos uma vitória com a Gui Lin, mas o que deve ficar é o desempenho e não o placar. No masculino não foi diferente, e mesmo nas derrotas, já vemos que muito mudou. Mas como sempre alerto o pessoal: expectativas mais destroem do que constroem, portanto, nosso papel é bater palmas.

    Quanto ao jogo em si, ao vivo dá para ver melhor algumas mudanças tb, e certamente algumas delas ajudaram nesta diminuição do espaço entre os níveis tb. Obviamente quem jogava bem continua jogando bem e quem jogava mal continua jogando mal, mas em geral tem mais bola entrando, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom no sentido de que alguns golpes muito difíceis e que agregam bastante na beleza do jogo como o contra ataque parecem estar entrando mais, principalmente os mais agressivos. Por outro lado, pelo fato da bola ter ainda menos rotação que a anterior, o “feio, mas eficiente” tb ganhou um pouco de espaço, e sendo a rotação um dos principais diferenciais do nosso esporte (para mim o maior deles), embora seja cedo para falar de qualquer coisa permanente, pode ser uma perda relevante.

    Enfim, bons jogos, bom público, bons sinais. Que venha Halmstad 2018 e (se não me engano) Budapeste 2019!

    Abraços!!!

    Alcir Zardetto Franzol

    Clube: Bunka São Bernardo do Campo

    Material: Tibhar Evolution MX-S (FH) / Tibhar Evolution FX-P (BH) / Butterfly Petr Korbel FL


    360TT
    Participante
    360TT

    Quase uma semana depois… hahahhahhahahah.

    Depois de muitos planos e esforços, pude acompanhar meu segundo mundial ao vivo, e obviamente foi uma ótima experiência. Ao mesmo tempo, acompanhar o mesmo evento num espaço de 4 anos (estive em Paris em 2013) dá uma visão interessante do que mudou. Acima de tudo, de lá para cá, houve uma reestruturação razoavelmente radical do evento. O torneio ficou menor, sendo que antes cada associação tinha 5 vagas mínimas e agora tem 3, e consequentemente “a peneira afinou” tb. Nesse meio tempo tb houveram praticamente duas mudanças de bola e muito aconteceu no cenário, que no final é o que conta para a evolução e transformação do esporte. O mais nítido de lá para cá é que o nível aumentou muito, em todos os lugares. Todos se conhecem, e se respeitam profissionalmente, pq estão todos envolvidos em centros de treinamento, ligas fortes, etc. O mundo do tênis de mesa tem cada vez menos desconhecidos. Era impressionante ver atletas de países pouquíssimo conhecidos (nem apenas no tênis de mesa, mas geograficamente falando mesmo) jogando muita bola. Tendo a oportunidade de ver além das mesas cobertas pela TV, isso foi o que me deixou mais contente: me dar conta de que o esporte está chegando a todos os lugares do mundo com seriedade, mais do que apenas inclusão, que no fim das contas, por si só, não serve de muita coisa.

    Consequentemente e ainda mais importante foi o aumento de competitividade tb nos níveis mais altos, o que é tão difícil considerando a soberania chinesa. Mesmo quando não houve surpresa ou “zebra” (não que eu goste muito do conceito), pelo menos todo mundo deu mais trabalho para todo mundo, INCLUINDO os chineses. Tomas Polansky fez um jogaço contra o Xu Xin e de fato o ameaçou, o mesmo valendo para o Anton Kallberg contra o Ma Long. No feminino, a TV não mostrou, mas a Mu Zi (perdeu uma semifinal incrível em 2015 por 4×3 para a Ding Ning) tb foi enfrentada testa a testa com a sueca Jenifer Jonsson nas rodadas preliminares. Em 2013, os projetos de desenvolvimento das associações já vinham mostrando resultado, mas até por um possível estado de maturidade ainda menor, os favoritos passavam com muito mais facilidade, o que mudou muito dessa vez. Dá um trabalho danado construir algo sólido no esporte de alto rendimento e fico contente que tenha cada vez mais gente colhendo frutos disso.

    Quanto ao Brasil, o Mundial já começou histórico para nós, sendo que conseguimos o direito de levar a cota máxima por associação no masculino (5 atletas), e no feminino, com 2 de 3 atletas já na chave principal. Todos que jogaram o qualify (Vitor Ishiy, Eric Jouti e Bruna Takahashi) se classificaram sem grandes dificuldades em seus grupos, e isso por si só já é ótimo, mostrando que já subimos muitos degraus. Em se classificando apenas o primeiro colocado, qualquer escorregão praticamente acabaria com o sonho, e muitas vezes já ficamos no caminho, mas não dessa vez. Na sequência eles acabaram eliminados por ótimos atletas, mas se nos grupos já não é fácil, nas primeiras rodadas é que não seria mesmo. Na chave principal, as meninas pegaram grandes atletas logo de cara (o que era esperado de alguma forma), e ainda quase conseguimos uma vitória com a Gui Lin, mas o que deve ficar é o desempenho e não o placar. No masculino não foi diferente, e mesmo nas derrotas, já vemos que muito mudou. Mas como sempre alerto o pessoal: expectativas mais destroem do que constroem, portanto, nosso papel é bater palmas.

    Quanto ao jogo em si, ao vivo dá para ver melhor algumas mudanças tb, e certamente algumas delas ajudaram nesta diminuição do espaço entre os níveis tb. Obviamente quem jogava bem continua jogando bem e quem jogava mal continua jogando mal, mas em geral tem mais bola entrando, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom no sentido de que alguns golpes muito difíceis e que agregam bastante na beleza do jogo como o contra ataque parecem estar entrando mais, principalmente os mais agressivos. Por outro lado, pelo fato da bola ter ainda menos rotação que a anterior, o “feio, mas eficiente” tb ganhou um pouco de espaço, e sendo a rotação um dos principais diferenciais do nosso esporte (para mim o maior deles), embora seja cedo para falar de qualquer coisa permanente, pode ser uma perda relevante.

    Enfim, bons jogos, bom público, bons sinais. Que venha Halmstad 2018 e (se não me engano) Budapeste 2019!

    Abraços!!!

    Belo texto, devia ser jornalista!

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    Adriano_Neves
    Moderador
    Adriano_Neves

    Infelizmente, o Cazuo nao jogou bem. O Drinkhall ainda teve ajuda da arbitragem pra garantir a vitoria. 🙁
    4×2 pro Drinkhall q agora vai encher a cara de Coca-Cola! 😛 😛 😛

    Nao entendi o motivo do Vitor Ishiy estar sendo o tecnico do Cazuo. Em um mundial ?! Nao era pra ser o tecnico da selecao ?

    Só para ser justo, não era o único jogo de brasileiro acontecendo ao mesmo tempo. Foi muito comum os rapazes se ajudarem (e o Cazuo esteve como técnico em todos os jogos do Vitor), uma vez que sempre havia mais de um jogando ao mesmo tempo. O “técnico da seleção” tb estava ocupado.

    Abraços!!![/quote]

    Ahhhh bom !!!! Nao tinha percebido q estava acontecendo esses jogos em paralelo.

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